domingo, 5 de junho de 2011

Ser obrigada a pensar

Nada se pode fazer sem que primeiro se aprenda como fazer,(preciso primeiro aprender para depois executar).
Quanto de QI terei para consegui-LO?
Sem que seja intitulada de"algo deficiente".
(Este meu ser não é de facto nada original,transparente como o cristal mas nada original,chega a ser assustadora esta minha lucidez sobre a loucura,assustadoramente bom de sentir o que acontece à minha volta e tantos outros sentires que chegam a doer,na verdade dói mais a mim do que a ninguém este meu ser.
Contudo a minha força está aqui neste meu entender,neste meu sentir que fragilizado enfrenta(sem enfrentar)os medos,todos os medos que de tão grandes ficam pequeninos porque se intimidam e os de tão pequeninos tomam por vezes proporções inimagináveis de tamanhos impensáveis de ultrapassar de ultrapassar ,não digo(vencer)porque tantas vezes já tive necessidade de contornar medos por serem precisamente assim assustadoramente gigantes na sua pequenez.
Escrevo assim porquê?Será uma forma airosa de me enfrentar a mim própria?Seja.
As palavras serão dirigidas a mim própria?
As que penso e escrevo e as outras que escrevo sem pensar?
Quantas palavras se perdem todos os dias por não estar um lápis e um papel ali perto do pensamento,ou simplesmente por não estar ninguém por perto que queira escutar umas quantas dissertações sobre o"ser louco"?
Luto sim:todos os dias acordo lutando para me entender cada vez melhor e o que percebo é que quanto mais me conheço mais feliz fico por ter nascido e já na vida ter percebido tanto continuando aberta a perceber muito mais,principalmente sobre este mistério que é o meu(EGO).
«03-05-2011»(EU).

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